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Ceguinho tresanda a peixe e esfria tarde romântica
Quer uma mesa no escurinho?
3º fascículo da fantástica odisseia do quim Zé cabeçadas
Os estragos de um encontro fortuito entre um cego e um manco
2º fascículo da fantástica odisseia do Quim Zé Cabeçadas
1º fascículo da fantástica odisseia do Quim Zé Cabeçadas.
O toni Fragas e o seu amigo ventura
O Toni vinha do Porto, e o ventura vinha de Guimarães.
Os dois iam apanhar o comboio para Viana, porque o Fragas andavam sempre a dizer, havemos de ir a Viana!
Em condições normais, o toni chegava a irmusindo primeiro do que o Ventura. Mas o Ventura, que andou mais depressa do que o normal, apanhou um comboio mais cedo, e chegou mais cedo do que o Fragas.
Quando o Toni chegou à estação, foi procurar um banquinho, e sentou-se exactamente ao lado do ventura.
Simplesmente, como não estavam a contar um com o outro, não falaram, e ficaram vários minutos como se fossem uns ilustres desconhecidos. Até que toca o telefone do ventura, e mal este atende a chamada o Fragas percebe que os dois estão ali lado, a lado, à alguns minutos, e não se tinham sequer cumprimentado!
É uma história caricata, mas neste caso o telemóvel serviu para identificar o ceguinho. Para a próxima à que pôr um guizo e assim já nos conseguimos encontrar!
Com esta história real, fica provado que afinal os cegos não se conhecem pelo cheiro!
Ou sereá que algum deles mudou de perfume à última da hora?
Pelo Passeio melhor?
Que o diga toni Fragas, cego dos olhos, que teve o azar de se cruzar com um cego da mioleira.
Ao atravessar a estrada, o toni como sempre decide dirigir-se para as escadas que o iam levar à sua casa.
Entretanto surge um transeunte, que de uma forma brusca e naturalmente desajeitada, interrompe a marcha do toni, agarra-lhe pelo braço, e implora-lhe que ele vá pelo passeio, em vez de ir pelas escadas, afirmando com ar autoritário que o ceguinho ia pelo passeio, porque ele transeunte ia levá-lo!
Perante aquela abordagem altamente inconveniente, o Toni Fragas diz que vai pelas escadas porque já conhecia o caminho por ali.
O transeunte, não tendo intenções de largar o Braço de Toni, continua a insistir com cada vez mais convicção que ele vai mas é pelo passeio, porque pelas escadas pode cair, e eu ofereço ajuda.
De seguida estabeleceu-se um diálogo de veras interessante e eloquente que é digno de registo.
Toni Fragas.
Se não se importa deixe-me ir à minha vida! Eu vou pelas escadas.
Transeunte.
Não vai nada! Você vai pelo passeio que eu levo-o. Até que aqui nem existem escadas.
Toni Fragas.
Existem sim senhora que eu conheço.
Transeunte.
Não há escadas nenhumas!
Toni Fragas.
Ai tem! Tem sim senhora! E enquanto falava ia caminhando em direcção a elas.
Ao estar próximo das bem-ditas escadas diz o transeunte.
Ai realmente tem mesmo. Desculpe senhor.
Toni Fragas.
Se eu pudesse dizer tudo o que me vem à cabeça! E o cego, sou eu?
Transeunte.
Realmente você tem razão, mas olhe, não se rale, eu levo-o pelo passeio! Você vai melhor, eu ajudo-o não custa nada!
Toni. Se não se importa desampara-me a loja meu caro. É que não sei se você reparou mas o passeio nem sequer tem ligação para a rua a onde eu quero ir, porque só temos acesso a ela pelas escadas.
O Transeunte, olha para todos os lados e sai-se com esta exclamação:
E não é que o cego tem razão? Dito isto, bate nas costas do Toni e diz-lhe. Olhe, santa luzia milagrosa lhe dê boa vistinha! Desculpe e até logo.
Por azar do toni, nessa altura começa a chover, e ele não tinha guarda-chuva.
Nem sequer deu tempo para perguntar ao transeunte se o podia abrigar, porque ele desapareceu como uma flecha.
Um cego normal, e uma motorista anormal.
O nosso amigo toni Fragas, estava sozinho na paragem dos autocarros para apanhar o seu transporte.
Chega o primeiro, e como sempre ele faz paragem e pergunta qual o número da linha e o destino final do veículo.
Sorte ou azar, não sei, o autocarro estava a ser conduzido por uma motorista.
Quando ela para, e houve a pergunta do Fragas, responde da seguinte forma.
Não está ali escrito?
Retorquiu o Toni Fragas.
Não sei porque está assim tão irritada! Se eu lhe perguntei é porque não consigo ver o número.
E enquanto falava, o fragas subiu para o autocarro.
Quando a motorista o vê, exclama. Eu pensei que você era normal!
Diz o Toni. Ainda bem que não o sou, caso contrário arriscava-me a ter de ser motorista dos transportes regionais de Badoucos, e ainda por cima, estúpido e ignorante!
Alguns passageiros, ao aperceberem-se da parvoíce da motorista, começaram a protestar. Então a senhora não vê que o senhor é ceguinho?
Diz a senhora motorista. Mas eu já disse que pensava que ele era normal!
O toni fragas completamente fora de si responde.
Vá chamar anormal à sua avó. Havia de ficar como eu para ver como era.
Nesse instante a senhora motorista arranca com o autocarro, e bate com ele contra um muro.
Diz o Toni Fragas. Não era preciso que a minha prece fosse ouvida tão rapidamente!
Tudo bem que eu pedi que a senhora ficasse ceguinha, mas não era para ser tão depressa. É que eu quero me ir embora daqui!
Será que a motorista deixou de ser normal?
É a pergunta que fica.
A santa Luzia não tem GPS
A dona Ermelinda tem tanta fé na Santa Luzia, que não duvida da capacidade da santa, até de conduzir uma pessoa cega!
Mais uma vez, esta peripécia tinha de calhar em sorte ao nosso Toni Fragas.
Depois de tomar o seu pequeno almoço numa simpática padaria, saiu para a rua com o intuito de apanhar o comboio.
Havia por ali um cruzamento. À direita, dava para a estação de comboio, à esquerda dava para uma ruela sem saída.
O Toni Fragas enganou-se e virou para o lado esquerdo.
A dona Ermelinda que estava mesmo perto do cruzamento, desata aos gritos.
Santa Luzia milagrosa! Santa Luzia milagrosa! Santa Luzia milagrosa!
O toni Fragas vendo que se tinha enganado, volta para traz, e pergunta à dona Ermelinda.
Mas ó minha senhora. Você estava à espera que a Santa me dissesse o caminho para a estação?
Com Mil Raios! Então a senhora viu que eu ia enganado, e em vez de me indicar o caminho correcto, começa para aí a implorar à Santa Luzia?
Minha nossa senhora, é com cada cromo!
Como se isso não fosse suficiente, o toni Fragas acabou por perder aquele comboio, tudo por causa da malfadada excessiva devoção que a dona Ermelinda depositou na santa, padroeira dos olhos.
Isso é que é um testemunho de fé.
Mas acreditem em mim. Eu já consegui chegar à fala espiritualmente com a Santa Luzia, e ela não tem mesmo GPS. Por mais boa vontade que ela tenha, não vai de maneira nenhuma dizer o caminho ao cego.
Fica aqui o apelo para as velhinhas deste país. Por favor, quando virem um cego perdido, não comecem a chamar pela Santa Luzia, ela não vai valer de nada. Em vez disso aproximem-se da pessoa e indiquem-lhe o caminho correcto!
cegos e cegas de carne e osso
Na verdade, aquilo que para 99.9999999999 % dos seres humanos é um dado adquirido, já o mesmo não se pode dizer da dona adosinda, que por puro descargo de consciência sentiu a necessidade de verificar se a nossa Camila Martins, era feita de carne e osso!
A Camila ia tranquilamente pela rua, eis se não quando, dá de caras com 3 velhinhas que estavam no meio do passeio, tentando pôr a conversa em dia.
Quando viram a ceguinha, diz uma velhota muito aflita. Deixem-na passar, que ela vai para a aquepo!
Quando a Camila já tinha passado, a dona adosinda, desata a correr atrás dela, e começa a apalpá-la toda.
A velhota muito admirada, exclama. Ai, ela é mesmo cega! E é mesmo de carne e osso!
Retorquiu a Camila.
Mas ó minha senhora. Queria que eu fosse de latão?
Proponho que a partir desta história, se diga em todos os escritos que falem da cegueira de uma forma pedagógica, que afinal, os cegos e as cegas são mesmo feitos de carne e osso, e que até têm maça cinzenta e tudo!
A talho de foice, e como nota final, quero manifestar o meu desejo de ver alguém um dia a fazer um hino para a Aquepo!
Velhinha cai de queixos e ganha um verso
Centro da cidade, pleno mês de Novembro, chuva e vento forte, e o toni Fragas com a sua bengala perdeu-se no meio da praça. Entretanto aparece a dona Maria da Purificação, uma velhota de oitenta anos que ia para o mercado comprar a sua hortaliça.
Pergunta a dona a Maria ao Toni Fragas. O senhor está perdido? Responde-lhe ele. É verdade, o vento desorientou-me.
Para onde é que o senhor quer ir? quero ir para o autocarro, responde-lhe o Fragas.
A dona Maria da Purificação não se fez rogada, e disse. Então agarre-se a mim, e vamos lá embora!
E vai daí agarra no toni assim às trouxas e mouxas. Diz o Toni. Minha senhora. Não é assim que se conduz um cego! Assim a senhora ainda cai.
Não caio nada, responde a Dona Purificação demonstrando irritação. Eu vou levá-lo à paragem do autocarro, e depois tenho de ir comprar o meu repolho. Não tenho tempo a perder!
As duas por três, o Toni Fragas mete sem querer a bengala no meio das pernas da dona Maria Da Purificação, e esta por sua vez cai redonda no chão, esmurrando-se toda.
Antes que a senhora pudesse dizer o que quer que fosse, diz o toni.
Se conhecesse as técnicas de guia, não tinha tropeçado nem caía!
Lamentavelmente, esta história não teve um final feliz.
Agora acrescento eu.
Se a dona Maria não fosse tão desleixada, nem caía nem ficava magoada!
Desconheço se o toni Fragas conseguiu mesmo assim apanhar o autocarro ou não, mas pelos jeitos nunca mais será guiado por nenhuma das velhotas que costuma ir ao mercado comprar repolho, e que estavam ali presentes.
Ai Fraguinhas. Nunca mais ouses em te perder!
O cego divertido no combóio
Levou consigo um amigo que também é cego.
Durante a viagem, o revisor interpela os dois cegos e pede-lhes o título de transporte.
Tanto o cego divertido como o amigo pedem-lhe para imitir o respectivo bilhete.
O revisor da Cp asnático como nem uma porta diz que os dois deveriam ter tirado o bilhete antes de entrarem no combóio.
Os dois em coro afirmam que não sabiam a onde era a bilheteira.
O revisor replica dizendo que podiam ter pedido ajuda ao segurança.
Disseram os dois que o segurança não estava lá.
Disse o revisor, Estava sim senhor porque eu vi.
Diz um cego para o outro. Ai estava! Eu não vi nada. Tu viste alguma coisa?
Um engano que veio mesmo a calhar
O Cego divertido tem a ousadia de roubar esta história aos nossos colegas Manuel e Joaquim.
Como se trata de uma história absolutamente deliciosa, o cego divertido assume desde logo o compromisso de pagar 80 % dos lucros!
O Manuel e o Joaquim andavam na rua à procura de um café.
Iam a passar na rua, e ouviram chávenas e pratos a bater, e entraram pelo estabelecimento a dentro com o objectivo de tomarem uma bebida.
Quando eles entraram todos os que já lá estavam fizeram silêncio.
Pergunta o Manuel ao Joaquim. Mas que diabo. A onde está o balcão?
Um dos que estavam no estabelecimento aproximou-se dos dois cegos e pergunta-lhes.
Vocês precisam de ajuda?
Diz o Manuel. Nós só viemos aqui ao café para tomar uma bebida, andamos à procura do balcão.
Responde-lhe o senhor.
Mas ó meu amigo. isto não é nenhum café, aqui é uma casa particular e estamos todos aqui numa festa de anos. Já que os senhores entraram aqui sintam-se à vontade, podem beber um copo connosco!
Escusado será dizer que tanto o Manuel como o Joaquim aceitaram a oferta, e ficaram a confraternizar com aqueles convivas pela noite fora.
Sexo assistido.
O parque dos amores é um espaço de merendas, e tem várias zonas verdes que sempre dá para que Jacinta e Adolfo possam dar azo às suas fantasias amorosas.
O que eles não sabem é que existem mirones que conseguem ter uma vista privilegiada para o parque dos amores, e como desconheciam esse facto acabaram por ser apanhados literalmente com a boca na botija!
O Senhor adérito estava na sua cadeira de praia, quando conseguiu vislumbrar o Adolfo e a Jacinta no parque das merendas a trabalharem para a procriação, qual acto bíblico!
O senhor adérito que só defendo o sexo depois do casamento chamou imediatamente a gnr acusando o jovem casal de estar a estragar a relva com os tais actos procriadores.
Quando a gnr chegou ao local, o Adolfo ficou muito embasbacado e pediu aos agentes que o deixassem terminar o trabalhinho e depois sim, respondia a tudo que eles quisessem. Os Agentes não foram de modas! disseram que se eles quisessem acabar o serviço teriam de o fazer na esquadra.
Eles também não se fizeram rogados, foram para a esquadra a fim de lá tentarem terminar a sua tarefa da procriação.
Mas já em plena esquadra o Adolfo não conseguia controlar o seu nervosismo nem a sua ansiedade, e lá estava ele, martelando incessantemente mas resultados, nem velos!
Foi assim durante vários minutos, o Adolfo não havia maneira de finalmente dar conta do recado!
Diziam uns. São ceguinhos, coitadinhos. Diziam outros. Eles são parvos, o melhor é dar um calmante ao Adolfo.
Diziam ainda outros. Eu acho que o melhor é irmos lá ver se satisfazemos a ceguinha porque decididamente ele não vai lá.
Disse o comandante. Aquilo que vamos fazer é deitar um balde de água fria a ver se eles acalmam .
Conclusão, dois ceguinhos com calor e sangue na guelra, foram apanhados nas malhas da autoridade, tudo por causa do senhor Adérito que não tinha nada que estar a olhar para a relva do parque dos amores!
Epílogo.
Depois de meia hora o Adolfo lá conseguiu finalmente dar conta do recado, para regozijo de todos os agentes da Gnr presentes.
Viva aos nossos ceguinhos apaixonados!
5 cegos no autocarro
Já sabemos que por onde passa, a cegada causa sempre espanto generalizado na cabeça das biatas e suas congéneres.
Foi o que aconteceu a cinco coleguinhas cegos que decidiram entrar na mesma paragem, apanhando um autocarro que os ia levar ao trabalho.
Iam tranquilos da vida, quando foram interpelados por uma biata que muito ofendida começa a praguejar.
Meu Deus! Tantos ceguinhos! Eu até estou a ficar incomodada. Eu até costumava vir neste autocarro todos os dias mas até vou deixar de vir. Estou mesmo doente!
Uma outra personagem, que não sabemos se biata ou não, respondeu. Eles não costomavam vir neste autocarro! Devem ir para o coleginho!
Dizia outra senhora. Realmente, as mães destes ceguinhos são mesmo irresponsáveis. Eles não tinham nada que sair de casa sozinhos! As mães deles é que deviam vir com eles.
Fica o inigma, será que os 5 ceguinhos sempre continuaram a viajar no autocarro?
Não perca o próximo ipisódio.
Porfírio Rudolfo – o aproveitador.
Estão reunidos todos os ingredientes para uma tarde memorável.
Porfírio Rudolfo, decidiu aproveitar a tarde do dia dos namorados para passear no parque da Cidade do Porto com a sua companheira de sempre, a Dona Aurora Dulcinda.
Vale referir que a dona aurora é cega de nascença.
Numa altura em que estavam os dois debaixo de uma árvore, muito apaixonados beijando-se loucamente aparece A Senhora dona itelvina Maria que muito escandalizada começa a gritar.
Olha aquele marmanjo a aproveitar-se da ceguinha!
Entretanto chegam alguns populares ávidos em descarregarem a sua fúria no Porfírio Rudolfo. Este por sua vez não teve outra alternativa senão desatar a correr, literalmente com as calças na mão!
Clitóris, Já!
Nos primeiros dias, em que a dona Piedade se estava a adaptar ao cão, foi a casa da sua prima, a dona Boaventura Martins.
Estavam as duas em casa de Boaventura a conversar no Sofá, quando a dona Piedade vira-se para o cão e começa a chamar.
Clitóris! Clitóris!
Pergunta a Boaventura.
Que engraçado!
O cão chama-se clitóris?
Responde a dona Piedade.
Não!
Clitóris é uma ordem que eu lhe estou a dar!
Uma cabine telefónica, uma tranza, e muita gente há mistura!
Este é um casal muito especial, porque ambos sãocegos congénitos.
é verdade. A Paula Pintacilvo e o Zé Pedro corvo são os dois ceguinhos!
Um belo dia, estavam os dois numa cabine telefónica a telefonar para um amigo comum.
Quando terminaram de telefonar, e como o Zé Pedro Corvo é jovem, e portanto tem o sangue na guelra, convidou a Paula Pintacilvo para uma tranza.
Não foi preciso muito tempo para que os dois começassem a tranzar ali dentro da cabine telefónica.
Como a cabine é toda transparente, não será difícil imaginar que depressa começaram a juntar-se ao redor da cabine muitos curiosos, que estavam hávidos em perceber como é que afinal os ceguinhos fazem amor!
Como nem o Zé Pedro corvo nem a Paula pintacilvo se decidiam terminar com a tranza, uma outra jovem, que tinha alguma urgência em telefonar decidiu forar a multidão e abriu a porta da cabine.
Quando os dois se aperceberam de que estava muita gente ali só para os ver tranzar, o Zé Pedro Corvo ficou hiper nervoso e não conseguiu retirar o seu vergalho de dentro da Paulinha!
E então, começaram os espectadores.
E agora, o que fazemos?
Vira-se a dona Luduvina Martins.
Bom, agora é preciso ir buscar um balde de água a ver se aquilo esfria!
Depois de muitas tentativas, lá conseguiram desencaixar um do outro.
Quando se recompozeram da experiência, diziam uns para os outros.
Até parece impossível, como é que o rapaz sem ver conseguiu acertar com o boraco.
É tudo por Deus!
Realmente, Deus tira uma coisa mas dá outra!
Uma questão de luz.
Mikelina Camila, uma ceguinha muito apaixonada cometeu um crime gravíssimo. Trocou um beijo com o seu namorado em plena via pública!
Mas que pudor!
A Mikelina Camila, e o seu respectivo namorado tiveram mesmo azar. Isto porque, na altura em que estavam a trocar o beijinho, surge a dona Luduvina Jamila,
que muito expantada pergunta a Camila.
A menina é ceguinha?
Responde a Camila.
Sim, minha senhora, sou mesmo cega dos 3 olhos!
Pergunta novamente a dona Luduvina.
Mas, se a menina é ceguinha, como é que consegue dar um beijo na boca ao seu namorado?
Pergunta a Camila à dona Luduvina.
Mas diga-me lá uma coisa. a Senhora já alguma vez deu uma tranza às escuras?
Responde a dona Luduvina. Claro que sim.
Diz a Camila. E então como é que você conseguiu introduzir o membro do seu marido na sua vagina?